RETROSPECTIVA: Governo garante atendimento de qualidade nas unidades do Detran com reforma dos prédios das Ciretrans

O Governo do Maranhão, desde 2017, já entregou 12 prédios reformados das Ciretrans. (Foto: Divulgação)

Em mais uma medida para melhorar o atendimento que presta à população, o Departamento Estadual de Trânsito do Maranhão (Detran-MA) reformou os prédios das quinze Circunscrições Regionais de Trânsito (Ciretrans), localizadas no interior do estado. O processo começou em 2017 e 12 unidades já tiveram as obras concluídas e entregues. Os serviços tornaram os prédios mais modernos e com estrutura mais segura e confortável para os servidores e o público.

As Ciretrans já reformadas são as dos seguintes municípios: Caxias (2ª), Codó (3ª), Bacabal (5ª), Chapadinha (6ª), Pedreiras (7ª), Pinheiro (8ª), Santa Inês (9ª), Timon (10ª), Presidente Dutra (12ª), Barra do Corda (13ª), Grajaú (14ª) e São João dos Patos (15ª). As Ciretrans de Açailândia (11ª), Imperatriz (1ª) e Balsas (4ª) ainda estão sendo reformadas.

Segundo o diretor Operacional do Detran-MA, David Ximenes, as reformas dos prédios foram necessárias para garantir uma infraestrutura mais moderna e adaptada aos padrões de qualidade do órgão além de proporcionar melhores condições de trabalho para os servidores e também qualidade e agilidade no atendimento aos cidadãos. “Essas reformas eram necessárias, pois alguns prédios são alugados e precisam ser adaptados para a prestação dos nossos serviços. Além desta adaptação física, dotamos as unidades com mais equipamentos, como computadores, para agilizar o atendimento. Em uma das Ciretrans que visitamos, havia cinco computadores para dez funcionários. Resolvemos isso e outros pontos que afetavam a prestação de serviços”, explicou.

Em alguns casos, as unidades tiveram que ser relocadas para continuidade do atendimento aos usuários enquanto eram feitas as reformulações. Em outros casos, os prédios originais tiveram que ser demolidos. A chefe da Assessoria de Engenharia do Detran-MA, Adriana Lima, evidencia o caso da unidade de Timon. “Não foi possível resgatar o prédio. Neste caso, não conseguimos salvar nada da estrutura original, que teve que ser demolida e reconstruída”, explicou.

A gestora informou ainda que, em primeira instância, buscou salvar a estrutura geral das unidades que passaram por mudanças. Nos casos em que essas puderam ser aproveitadas, houve uma análise do espaçamento interno e de suas falhas para serem corrigidas.